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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sons de Chuva

Chuviscos ou tempestades? Não importa! A chuva, quando chega, faz a gente ter vontade de ficar em casa.
Quietinho assim...
Para embalar dias como esses, selecionei duas listas de músicas que usam a chuva como tema:

Internacional
01. Crying in the rain - A-ha
02. Why does it always rain on me - Travis
03. Rain - Madonna
04. Have you ever seen the rain - Creedence
05. No more rain - Kylie Minogue
06. Tears and rain - James Blunt
07. It's rainning man - Geri Halliwell

Nacional
01. Quando a chuva passar- Ivete Sangalo
02. Lágrimas e chuvas - Kid Abelha
03. Chuva de Prata - Gal Costa e Roupa Nova
04. Chuva no Brejo - Marisa Monte
05. Deixa chover - Guilherme Arantes
06. Chovendo na Roseira - Elis Regina
07. Quando chove - Patricia Marx

Faixa Bônus: Chuva - Mariza
Faixa Bônus 2 (sugerida pelo Gustavo): Santa Chuva - Maria Rita

Imagem capturada em http://dentrodemim.blogs.sapo.pt/arquivo/198188.html

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Meu Caderno de Desenho

Dúvida cruel:
Um caderno de desenho com cara de portfolio ou um portfolio com cara de caderno de desenho?

Para encontrar uma resposta, basta clicar no vídeo abaixo:

Acordes para te cantar

Eu sei que agora, aqui neste instante, eu imagino uma música tua, com acordes tão profundos como o mar e suas infinitudes. E, sobre a melodia da tua música, eu implanto esta letra que te diz o que eu sinto dia-a-dia, nestes dias que te vejo:

Eu te olho quantas vezes for preciso para descobrir nos mesmos traços as novidades que a geografia do teu corpo desenham. Arabescos que tracejam e misturam o que há.

Há o peito aberto, a palavra clara, o desejo manifesto sem rodeios, os olhos de tamarindo, o coração na boca, a expectativa sempre nova de um estômago de borboletas.

É confuso, mas não obtuso, esse modo de te cantar. E é profuso e intruso o meu ânimo de transpassar os instantes das metades impostas pelas nossas realidades.

Transformar verdades possíveis
em verdades palpáveis,
imensuráveis...

Imagem capturada em http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1608614,00.html

Transparências

O brilho nos meus olhos nem sempre é o da felicidade.
O meu sorriso nem sempre transmite os meus sentimentos.
Quero de volta as transparências que me foram negadas.
Quero a força das vontades para impulsionar meu otimismo idealizado.
Quero sair desta paisagem pintada com cores introvertidas.

Imagem: A condição humana - René Magritte

O que é beleza?

(...)
- Arrisque uma definição. O que é beleza?

- Beleza é...

Ela adorou me ver empacado. Eu queria deixar ela impressionada com uma definição inteligente, mas eu sempre acabava voltando para Beleza é alguma coisa que é bela. (...)

- É difícil - admiti.

- Difícil? (...) Impossível! A beleza é imune a qualquer definição. Quando a beleza está presente, você sabe. O sol nascendo no inverno em Toronto, seu novo amante num antigo café, corvos sinistros num telhado. Mas a beleza dessas coisas é criada? Não. A beleza está ali, e isso é tudo. A beleza é. (...)

- A senhora só escolheu coisas naturais. E pinturas e música? A gente diz "O oleiro faz vasos bonitos". Não é?

- Dizemos, dizemos. Tenha cuidado ao dizer. As palavras dizem "Você rotulou esta abstração, este conceito, e logo o capturou". Não. Elas mentem. Ou não mentem, mas são desastradas. Estabanadas. Seu oleiro fez o vaso, sim, mas não fez a beleza. Apenas o objeto onde ela reside. Até o vaso cair e se quebrar. Que é o destino final de todo e qualquer vaso. (...)

Trecho do livro "O menino de lugar nenhum" de David Mitchell.
Imagem: Wolney Fernandes

Contagem regressiva 3

Faltam 2 meses!

Imagem capturada em http://www.digiforum.com.br/viewtopic.php?p=467463&sid=8cfc1e4b7b3c8ce301583d58dd4a54a5

O Morro da Igrejinha

Do outro lado do Rio do Peixe, atravessando o “Poção” com a água pela cintura fica o “Morro da Igrejinha”. De qualquer ponto de Lagolândia, o olhar da gente 'tropeça' na pequena construção pintada de azul e branco que parece guardar a pequena vila sob o olhar atento dos anjos da época da Dica. Local de difícil acesso, o topo do morro é visitado em incursões anuais pelo cerrado para buscar caju e pequi, em rezas para pedir chuva e na Festa dos Anjos que, desde o ano passado, foi incluída no calendário de festejos da região.

A diversão já começa na travessia do rio e se prolonga pelo caminho salpicado de flores e frutos do cerrado com suas cores e sabores peculiares. De lá de cima, a vista incrível nos presenteia com pôr-do-sol alaranjado enquanto mastros são levantados e lanternas feitas com vela e papel-de-seda colorido tão o tom misterioso da noite de outubro.

Almondêgas se misturam a outros pratos numa janta servida para todos os presentes no topo do morro. Meninos tentam 'fazer' estrelas atirando pedras na fogueira em chamas. O caminho de volta, no escuro, faz recordar estórias de assombração da época de criança, reacendendo aquele sentimento bom que faz a gente querer subir de novo.

Ainda bem que no ano que vem tem mais!

Imagem: Wolney Fernandes

Revelação do mundo da magia

Em entrevista para um documentário sobre a saga Harry Potter, J.K. Rowling revelou:
"Alvo Dumbledore is gay!"
Tcharam!

Imagem capturada em http://cyberyouth.bedardinc.com/boysandgirlsclub/diana/

Volver

O Filme:
Volver (Volver, Espanha, 2006)

Grande questão:
A que consequências estamos sujeitos quando voltamos ao passado para encarar antigos problemas famíliares?

Detalhes preciosos:
1. Os créditos finais que reproduzem as estampas dos vestidos de Raimunda (Penélope Cruz);
2. A semelhança de Penélope Cruz com Sofia Loren (não dá para não comparar).
3. O papel do vento no enredo;

Frase:
"É muito doloroso quando uma filha não ama sua mãe!"

Música:
Volver - Estrella Morente

Cena que adoro:
A sequência de abertura mostrando mulheres lavando túmulos. Clique aqui para ver.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Desenho no verso

Desenho riscado durante uma sessão (enfadonha) de trabalhos acadêmicos. Fui salvo pelo verso em branco do livrinho de apresentações e pela "bendita" Caneta Bic.

Alegrias de bolso

Coisas assim: um CD que baixei com as músicas do Yann Tiersen, um depoimento inesperado no Orkut, desenhos no bloquinho de recados, rapadura com queijo e o livro "O menino de lugar nenhum" do David Mitchell riscam meu dia com aquelas alegrias de bolso. E assim, guardo as preocupações numa caixinha azul-marinho e esqueço no fundo do armário.

JubileuCAJU25

25 anos da Casa da Juventude.
Tem dedo meu no selo do Jubileu.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Reminiscências de felicidade

Querida Sofia,

Estou aqui como sempre estive. Fragmentos de um cotidiano cada vez mais intenso me fizeram esconder a chave para me manter nesse espaço/lugar que me enche de alegria. Reminiscências de felicidade são perceptíveis quando me pego sorrindo em frente ao espelho tentando ignorar o olhar de melancolia que a noite mal dormida ou a falta de tempo e dinheiro trazem.

Me antecipo em dizer que seria fácil justificar minha ausência nestes últimos dias, mas prefiro não fazê-lo. Afinal, sou aquele que pode escolher. Sim, dentre todas as possibilidades que as luzes (esporádicas?) de felicidade oferecem, a decisão em permanecer é minha. A expectativa que me domina espanta qualquer aspecto negativo que pode surgir nesta situação. O coração disparado ignora que dentro de mim tudo sempre foi tão mais complicado...

Sei que você deve estar se perguntando qual a razão destas simplificações, mas prefiro não dizer ainda... (me perdoa por fazer segredo contigo?).

Levantei hoje e recuperei o otimismo. Pois não há tempo pra me concentrar em aspectos negativos. Não há forma de eu me deixar entristecer e não tenho permissão pra desistir do que eu quero. Os medos? Os menores foram lançados pela janela do décimo andar e os maiores já tirei do peito para botar no bolso furado da minha velha calça jeans.

Darei notícias antes do esperado!
Beijo-te com arabescos riscados de felicidade.
Saudade, sempre!

Wolney

Imagem: Wolney Fernandes

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Eu acredito em anjos

Talvez por não ter asas, o desejo de dançar una corpo e alma naquela comunhão indizível que dissolve qualquer dicotomia possível entre um e outro.

Talvez por vontade de voar, perceba a cada dia, mais e mais, a fragilidade que nos invade quando estamos diante do mundo.

Talvez por ter sido ferido, vez-em-quando, medos povoem sua cabeça fazendo nublar pensamentos e vontades.

Talvez por ser tão transparente, limites de um continente inteiro reflitam na retina dos olhos capazes de transformar corpos em simbólicas aquarelas.

Talvez por tê-lo bem próximo, eu acredite em anjos.

Imagem capturada em http://www.barksdale.latech.edu/Engl%20308/A%20TREE%20A%20ROCK%20A%20CLOUD.doc

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ensaio sobre a cegueira


Depois de assistir ao ótimo "Ensaio sobre a Cegueira" vasculhei a internet a procura de informações e críticas sobre o último filme de Fernando Meirelles. Este texto é para dizer que o filme é primoroso e para mostrar parte de minha pesquisa. Aproveitem!

01. Um diário de produção (blogdeblindess.blogspot.com) escrito pelo próprio Fernando Meireles com preciosas reflexões como esta que reproduzo abaixo:

"A primeira imagem que me veio ao ler o “Ensaio Sobre a Cegueira” foi a da nossa civilização como uma complexa estrutura, como aquelas que se formam ao acaso no jogo de pega-varetas. De repente, uma vareta é retirada (a visão) e a estrutura toda desaba. Me interessei por esta história porque ela expõe a fragilidade desta civilização que consideramos tão sólida. Em nossa sociedade, os limites do que achamos que é civilizado são rompidos cotidianamente, mas parece que não nos damos conta, a barbárie está instalada e não vemos ou não queremos ver. Para mim, era sobre isso o livro. A metáfora da cegueira branca ilustra nossa falta de visão. “Eu não acho que ficamos cegos”, diz um personagem. “Acho que somos cegos. Cegos que podem ver, mas não vêem”. Por quanto sofrimento precisamos passar para que consigamos abrir os olhos e ver? Essa foi a primeira questão que me coloquei ao fechar a última página."

02. A ótima crítica do Pablo Villaça no site Cinema em Cena.

03. Um vídeo que mostra diretor e atores falando sobre o filme:



04. Uma frase sussurrada no meu ouvido durante a projeção do filme: "O filme mostra a humanidade guiada por uma mulher".

Imagem capturada em http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7284&id_filme=6078&aba=critica

Noite de Quinta

Escutei o barulho da chuva no exato momento que apertei o "power" no controle remoto da TV. Bastou os pingos ressoarem no vidro da janela pra eu mudar meus planos.

Voltei para o meu quarto, peguei o livro que há tempos estava namorando e, sentado na cadeira perto da janela, comecei a leitura saboreando o último pedaço de chocolate branco que sobrou da sessão de cinema.

Vinte páginas depois fui levado pelo canto da chuva.

Imagem: Wolney Fernandes

Ambiente somos nós

Ilustração para a capa da Revista Viração

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Busca

Resolvi empreender uma busca por aquilo que me mantém preso. Que me impede de ter o que eu mereço. Sim, sinto-me preso em minhas desculpas, em um círculo vicioso de verbos e adjetivos que eu sempre usei como escudo. As mentiras contadas para acalentar o mundo que me cerca me fazem sempre repetir a mesma história. Talvez na tentantiva de voltar a ser criança e, assim, fazer uma rebelião contra a versão de menino obediente, inteligente, correto e educado construída ao meu redor.

Procuro, abro livros velhos, vasculho bolsos e derrubo armários. Penso nos locais onde estive e em qualquer gaveta onde pudesse ter esquecido minhas vontades para que elas diminuam o abismo que separa quem sou daquele que finjo ser para os outros.

Encontro montes de rascunhos, esboços de sonhos inacabados e um bilhete escrito em letra bem desenhada: "Escolher o certo é escolher aquilo que você quer. Escolher o certo é saber o que te deixa mais feliz."

Leio repetidas vezes o que está escrito e acompanho com o olhar cada rascunho num tempo suficiente pra perceber que a sensação agridoce foi deixada para trás. É preciso entregar ao mundo a verdade sobre mim mesmo, sem medo das consequências. Olho novamente os desenhos e encontro, escondidos, leiautes bem finalizados e talvez sejam eles que despertam em mim a vontade de abrir a janela e enfrentar o vento que pode entrar no quarto. Afinal, não quero mais escudos e nem espelhos que mintam para mim. De toda forma, acho que mereço a verdade...

Imagem: Wolney Fernandes

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

I really want you

Instigante, inovador e sem cortes aparentes.
Belíssima metáfora para a corrida do tempo.
Aqui, o destino não quebra ou desfaz o sentimento que me move.
"I really want you".

terça-feira, 23 de setembro de 2008

De tudo um pouco

01. Honey Honey - Amanda Seyfried
02. Today's the day - Aimee Mann
03. Amado - Vanessa da Mata
04. O preço - Engenheiros do Hawaií
05. Beat goes on - Madonna
06. Apologize - Timbaland feat. One Republic
07. Por toda minha vida - Elis Regina e Tom Jobim
08. Mais alguém - Roberta Sá
09. Bambu - Miguel Bosé e Ricky Martin
10. Pranto Livre - Elza Soares

Imagem capturada em http://www.tapedeck.org/index.php

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

É sempre assim...

É sempre assim... de repente me dou conta de minhas fragilidades e, então, todas as vontades de mudança passam pelo meu corpo.

Gostaria de ser mais coragem e menos medo, mais ousadia e menos covardia, mais eu e menos os outros. Afinal, tenho a idade de todos os sonhos que já vivi, de todos os amores que já senti, de todos os projetos aos quais já me entreguei, de todos os caminhos por onde andei. Minha alma tem o tamanho e a intensidade de todas as emoções que já enfrentei, e até daquelas que por medo ou insegurança me afastei.

É sempre assim... tenho a consciência, mas ela não me move com a desenvoltura desejada.
Mas e se de repente eu mudo alguma coisa de lugar e me arrisco?

Imagem: Wolney Fernandes

Caçador de Mim

"Por tanto amor, por tanta emoção, a vida me fez assim.
Doce ou atroz, manso ou feroz, eu Caçador de Mim"
Milton Nascimento
Imagem: Wolney Fernandes

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Da chegada da primavera

Ali, bem no meio do calor seco de setembro, um dia você abre a janela e sente uma brisa fresquinha. O céu, antes azul, limpinho de nuvens e varrido como terreiro de chão batido agora se mostra todo movimento. Natureza prenha de vidas prestes a explodir.

Pelas ruas, o aroma dos cajus e o brilho fosco das jabuticabas caminham ao seu lado. Então, na beleza de um milagre cotidiano, você começa a enxergar os flamboyants se acenderem com os primeiros pingos de chuva. Águas anunciando que dali em diante estarão no comando do tempo.

Quando estes sinais inebriarem teus sentidos como cheiro de terra molhada é porque a primavera chegou no cerrado.

Foto: Wolney Fernandes

Gráfica Constelação

Os pontos de tinta impressos no papel pelos traços de meus desenhos acabaram formando uma constelação gráfica. Na posição de criador de minhas próprias estrelas, eu a batizei de Constelação Domitila.

Imagem: Wolney Fernandes

Esvaziamento

Assim, de supetão, fui acometido por um esvaziamento. O que culminou com a minha presença inerte frente ao computador por quase duas horas, vazio e sem idéias. Caminhei até a janela. O céu me engoliu com sua não-cor por onde nuvens bailarinas de um balé despreocupado e invertebrado se arrastavam suaves, ao acaso.

Nuvens são passatempos dos ventos que com elas brincam. Encobrem o sol em brasa, suicidas, para então serem derretidas. São instantes caprichosos e únicos em toda eternidade, que não ficam mais uma hora, às vezes nem mais um minuto, para que possamos admirá-las.

Mas da janela do décimo andar, eu quase podia tocá-as. Quase podia sentir o cheiro doce, quente e seco no instante em que estiquei os braços um tanto acanhado para tentar tocá-las. Tão perto e tão longe. Jamais saberei explicar o que me preencheu de modo pueril e o que me fez voltar para a realidade naquele instante.

Sei que preferi descer, sentar de novo em frente ao computador e apreciar ao longe o espetáculo que não poderia ser apenas meu.

Imagem: Wolney Fernandes

Chavela Vargas

Imagem e voz de Chavela Vargas cantando La Llorona. Força igual não há!
A vontade é sair rasgando a voz pela vida afora repetindo: "Yo soy como el chile verde, Llorona, picante pero sabroso."

Peixe estampado

Estampa que um dia foi rabisco.

Postal da Felicidade

"Acho que sou feliz
Eu quero tudo o que tenho
Só desejo o que posso
E sou da minha idade
Será isso a tal felicidade?"

Climério Ferreira

Imagem: Wolney Fernandes - Arte sobre postais antigos

Dois em um

Dual – do latim duale. 1. Composto de duas partes. 2. Relativo a dois.

Gêmeos – 1. a terceira constelação do zodíaco, situada no hemisfério norte, a 7h de ascensão reta e 2º de declinação norte. 2. O terceiro signo do zodíaco, relativo aos que nascem entre 21 de maio e 20 de junho.

Volátil por natureza
Santo e Pecador
Doce e azedo
Puritano e pervertido
Falso e verdadeiro
Criança e adulto
Positivo e negativo
Calmo e nervoso
Sério e brincalhão
Bobo e perspicaz
Camaleão que sofre de excesso de imaginação.

Imagem capturada em http://papelpobre.blogspot.com/