
Eu gosto do interesse carinhoso demonstrado em risos cúmplices e olhares devassos. Gosto da redundância do novo sempre renovado, pois a conveniência acomoda e é traiçoeira. Para mim, paradoxalmente, se não há paixão, não há possibilidade de serenidade.
Imagem capturada em http://euromo.wordpress.com/
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