
Apreendo as quase idéias, carregando comigo o mínimo delas, representadas em linhas soberanas. Tudo fácil de fazer, em qualquer restinho de papel. Desvendando as armadilhas da memória, o cotidiano que estiver soterrado em cada desenho me faz sentir menos afetado e vazio. E sigo assim, dias e madrugadas nesse exercício de voltar para mim mesmo.
"E ao final de nossas longas explorações chegaremos finalmente ao lugar de onde partimos e o conheceremos então pela primeira vez." (T.S. Eliot)
Imagem: Wolney Fernandes
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